





O alemão Robert Enke, antigo guarda-redes do Benfica, morreu nesta terça-feira aos 32 anos em circunstâncias não totalmente esclarecidas. Os primeiros indícios, segundo a polícia, apontam para suicídio. O guarda-redes, que representou os "encarnados" entre 1999 e 2002, jogava actualmente no Hannover, clube da Bundesliga ao serviço do qual era o habitual titular. Nos últimos tempos, Enke tinha sido obrigado a uma paragem devido a uma infecção. Hoje, a notícia da sua morte surpreendeu o mundo do futebol.Os primeiros indícios, de acordo com o assessor da polícia de Niedersachsen, apontam para suicídio. O corpo do internacional alemão foi encontrado junto a uma passagem de nível, a 25 km de Hanover. Um dos seus amigos e conselheiros, Jorg Neblung, defendeu a mesma tese em declarações à agência alemã SID: "Posso confirmar que se tratou de suicídio. Os detalhes serão dados numa conferência de imprensa amanhã".Entretanto, a federação alemã já lamentou o sucedido: "Quando soubemos da morte de Enke foi um choque". "Estamos sem palavras, estamos consternados", acrescentou o seleccionador germânico, Joachim Loew.
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Love will tear us apart








Guimarães vs Benfica (2ª jornada)


Devida homenagem ao "Carequinha"
Carequinha, como era tratado por todos na curva, Hugo Gonçalves, no bilhete de identidade. Todos se recordam certamente, daquela magnifica atmosférica no pavilhão da luz. Junho de 1998, o Benfica sagrava-se campeão frente ao porto. Houve invasão de campo, e o jovem Hugo Gonçalves é atingido na cabaça por uma “stickada” de Paulo Alves em condições misteriosas e ainda hoje inexplicáveis. De imediato houve agressões, e tentou-se apurar as causas. A indignação dos adeptos Benfiquistas foi evidente, e só a protecção dos polícias presentes no pavilhão, fizeram com que algo mais não sucede-se. Depois dos problemas sofridos nessa altura, dois anos depois, faleceu o “carequinha”. A polícia deu como causa provável da sua morte, suicídio. Foi encontrado morto com um tiro no peito, perto de sua casa. Até hoje não se apurou a verdade, mas rumores pairam no ar. No dia do seu funeral houve cortejo, onde os Diabos marcaram presença em grande número, transportando a faixa a frente do cortejo. Houve tochada, e cânticos de louvor a este grande Diabo. Por norma, uma vez por ano, havia ida ao cemitério, e frases no estádio. Hoje em dia nada se faz, e as memórias apenas prevalecem na lembrança de cada um. Porque todo o Ultra deve ser lembrado e reconhecido, quando parte. Toca a todos a todos dar o mérito a este rapaz, e dar continuidade a sua memória.


Aqui vos deixo três fotos “comediantes”. A primeira retrata o amor de certa pessoa com 50 processos, mas que consegue livrar-se deles todos. Não é por acaso que o Luís de Matos é adepto dos tripeiros. As outras duas retratam dois episódios humorísticos aquando da nossa deslocação a Faro. Só vem evidenciar o bom ambiente que é vivido no seio desta jovem “família”. Embora por vezes haja exageros, a amizade cobra tudo isso. E Pluribus Unum. D.V Norte 1982.